Pesquisadores de Yale criaram o primeiro microprocessador quântico (http://www.sciencedaily.com/releases/2009/06/090628171949.htm). Ele só faz operações bem simples ainda, afinal só tem dois qubits (quantum bits), mas abre caminho para processadores mais complexos

Com um qubit podendo assumir dois estados simultaneamente e toda a complexidade que isso acarreta, quem vai programá-los? A complexidade dos algoritmos e das linguagens necessárias para resolver a classe de problemas adequados à computação quântica pode estar além da capacidade dos atuais programadores. A quebra do paradigma pode ser difícil ou até mesmo impossível para a maioria dos profissionais atuais.

Talvez só a futura geração de programadores, aqueles que ainda não nasceram, dominarão essa nova forma de pensar. Para nós sobrarão os sistemas “legados”…